segunda-feira, 21 de junho de 2010

domingo, 20 de junho de 2010

Origem cristã do conceito de pessoa

A visão de homem como pessoa é uma criação própria do cristianismo. Não deve, portanto, ser procurada na filosofia grega. Ela é resultado da experiência dialógica na relação entre Deus e o homem. Esta relação implica na decisão e na responsabilidade do ser humano. O ser humano, partindo de uma perspectiva da criação, experimenta que não é objeto de manipulação nas mãos do criador, mas que é vocacionado, convidado a responder ao convite de Deus. O ser humano passa a perceber que é chamado a ser colaborador e parceiro de Deus na realização de seu projeto de amor para a criação.
Em Jesus Cristo, aparecem de maneira especialmente clara o valor, a dignidade e a importância da resposta humana. Toda a vida de Jesus foi vivida na abertura-disponibilidade ao Pai e no amor-serviço aos irmãos. É observando este modo de agir de Jesus que as comunidades cristãs irão percebendo o que significa o valor e a dignidade de cada ser humano concreto. É esta experiência do ser humano como ser de diálogo-relação, que está na base do que a Igreja entende por pessoa.
O significado do termo de pessoa na teologia cristã se confunde conseqüentemente com a definição Trinitária. A utilização de termos parcialmente adequados apontavam para a realidade designada no âmbito da relação e do diálogo. Estes termos de raiz grega (com fundamentos filosóficos) eram insuficientes, porque apresentavam a pessoa de maneira excessivamente exterior e carente de consistência real ontológica. Daí a substituição do termo prósopon pelo termo hipóstasis (suporte) que coloca a Trindade no domínio da realidade objetiva e não da aparência. sendo assim Deus se realiza em três “hipóstases”: Pai, Filho e Espírito Santo, que não são modos de expressão, mas constituem a realidade imanente do Deus-Trindade.

Fr. Welinton Silva, C.Ss.R.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O ser humano é pessoa

Hoje quero partilhar com o amigo leitor uma passagem de um artigo meu elaborado a partir da disciplina de Antropologia Teológica. espero que gostem!
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Situar o ser humano no conjunto da criação encontra seu fundamento na tradição bíblico-cristã, principalmente quando esta ligação parte do tema da criação do homem a imagem de Deus. Lentamente ao longo dos séculos a tradição da Igreja foi construindo sua resposta em torno à afirmação do ser humano como pessoa. Estudiosos como W. Pannenberg acreditam que a origem da afirmação do ser humano como pessoa, situa-se no campo da experiência religiosa. A pessoa passa a se compreender no acolhimento da revelação divina e sua relação com Deus. O livro base da fé cristã, a Bíblia, não usa a palavra pessoa ao se referir ao ser humano, mas realiza uma descrição do ser humano criado por Deus “em uma tríplice relação: de dependência em relação a Deus; de superioridade frente ao universo; de igualdade diante do outro humano” (Cf. Spencer, pg. 30).
Atualmente, a realidade do homem como ser pessoal constitui o melhor resumo da compreensão cristã do ser humano. A percepção de ser humano como pessoa constitui valioso patrimônio para a Igreja, indispensável para o diálogo-confronto com o mundo moderno e para a avaliação do processo vivido pelo povo marginalizado em busca de autonomia. O magistério atual da Igreja situa insistentemente a dignidade da pessoa humana no centro de seus ensinamentos e orientações. Quando se trata da defesa da vida humana, do trabalho, do significado do progresso cientifico e técnico, sempre está em jogo a humanização do homem.
Após diversos debates entre a filosofia grega e a tradição judeu-cristã a fim de formular os termos da fé a todos os povos, principalmente os pertencentes ao império romano, a discussão acerca das definições de Deus (Trindade) e de ser humano não ficaram de fora. A utilização de termos categóricos como natureza (phýsis), substância (hypóstasis) e essência (ousia) acomodaram a noção de pessoa à filosofia grega. Estes debates se refletiram sobre o mistério da Trindade, que, conforme nos foi ensinado, uma única natureza divina se realiza em três sujeitos distintos. Porém o que constitui o Pai, o Filho e o Espírito Santo é sua relação com o ser humano e não sua natureza, isso se refere ao diálogo de infinita abertura comunicativa e amorosa entre as pessoas. Conforme afirmativa “a relação não é algo que acontece para a pessoa, mas é ela própria, diferentemente do que pensava Aristóteles que a caracterizava como mero acidente. Ser pessoa é ser para o outro, o que dá a cada criatura um valor e dignidade únicos” (cf. Spencer, p. 30).

Continua...

Fr. Welinton Silva, C.Ss.R.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Uma catequese oportuna: São Tomás de Aquino


Caros amigos, como tomista que sou, fiquei adimirado pela belissíma catequese que o Papa Bento XVI proferiu nesta quarta-feira. Por isso, num ato de socialização de conteúdo, transcrevemos abaixo o em português com as palavras do Papa dirigida aos grupos de peregrinos do mundo inteiro, reunidos na Praça de São Pedro para a audiência geral desta quarta-feira, 16 de junho de 2010.

Caros irmãos e irmãs,
depois de algumas catequeses sobre o sacerdócio e de minhas últimas viagens, retornamos hoje ao nosso tema principal, isto é, à meditação sobre alguns dos grandes pensadores da Idade Média. Havíamos visto, na última vez, a grande figura de São Boaventura, franciscano, e hoje desejo falar daquele que a Igreja chama Doctor communis: isto é, Santo Tomás de Aquino. O meu venerado Predecessor, o Papa João Paulo II, na sua Encíclica Fides et ratio, recordou que Santo Tomás “foi sempre proposto pela Igreja como mestre de pensamento e modelo quanto ao reto modo de fazer teologia” (n. 43). Não surpreende que, depois de Santo Agostinho, entre os escritores eclesiásticos mencionados no Catecismo da Igreja Católica, Santo Tomás venha citado mais que qualquer outro, precisamente sessenta e uma vezes! Ele foi chamado também Doctor Angelicus, provavelmente por suas virtudes, em particular a sublimidade do pensamento e a pureza de vida.
Tomás nasceu entre 1224 e 1225 no castelo que a sua família, nobre e abastada, possuía em Roccasecca, nas proximidades de Aquino, vizinho à célebre abadia de Montecassino, aonde foi enviado pelos pais a fim de receber os primeiros elementos de sua instrução. Alguns anos depois se transferiu para a capital do Reino da Sicília, Nápoles, onde Frederico II fundara uma prestigiosa universidade. Ali era ensinado, sem as limitações vigentes alhures, o pensamento do filósofo grego Aristóteles, no qual o jovem Tomás foi introduzido, e cujo grande valor subitamente intuiu. Mas sobretudo, naqueles anos transcorridos em Nápoles, nasceu a sua vocação dominicana. Tomás foi, na verdade, atraído pelo ideal da Ordem fundada poucos anos antes por São Domingos. Todavia, quando revestiu o hábito dominicano, a sua família se opôs a esta escolha e ele foi constrangido a deixar o convento e a passar algum tempo com a família.
Em 1245, já maior de idade, pode retomar o seu caminho de resposta ao chamado de Deus. Foi enviado a Paris para estudar teologia sob a direção de um outro santo, Alberto Magno, sobre o qual falei recentemente. Alberto e Tomás cultivaram uma verdadeira e profunda amizade e aprenderam a estimar-se e a se querer bem, a ponto de Santo Alberto querer que seu discípulo o seguisse a Colônia, aonde o próprio Alberto fora enviado pelos Superiores da Ordem a fundar uma escola de teologia. Tomás teve então contato com todas as obras de Aristóteles e de seus comentadores árabes, que Alberto esclarecia e explicava.
Naquele período, a cultura do mundo latino fora profundamente estimulada pelo encontro com as obras de Aristóteles, que permaneceram desconhecidas por muito tempo. Tratava-se de escritos sobre a natureza do conhecimento, sobre ciências naturais, sobre metafísica, sobre a alma e sobre a ética, ricos de informações e de intuições que pareciam válidas e convincentes. Era toda uma visão completa do mundo desenvolvida sem Cristo e antes d’Ele, somente com a razão, e parecia impor-se à razão como “a” própria visão; despertava, pois, um incrível fascínio nos jovens ver e conhecer esta filosofia. Muitos acolheram com entusiasmo, até mesmo com entusiasmo acrítico, esta enorme bagagem do saber antigo, que parecia poder renovar vantajosamente a cultura, abrir totalmente novos horizontes. Outros, porém, temiam que o pensamento pagão de Aristóteles estivesse em oposição à fé cristã e se recusavam a estudá-lo. Encontraram-se duas culturas: a cultura pré-cristã de Aristóteles, com sua radical racionalidade, e a clássica cultura cristã. Certos ambientes foram levados à rejeição de Aristóteles também pela apresentação que de tal filósofo fora feita pelos comentadores árabes Avicena e Averróis. De fato, foram eles que transmitiram ao mundo latino a filosofia aristotélica. Por exemplo, estes comentadores haviam ensinado que os homens não dispõem de uma inteligência pessoal, mas que neles há um único intelecto universal, uma substância espiritual comum a todos, que opera em todos como “única”: portanto uma despersonalização do homem. Um outro ponto discutível veiculado pelos comentadores árabes era aquele segundo o qual o mundo é eterno como Deus. Compreensivelmente surgiram, no mundo universitário e no eclesiástico, disputas sem fim. A filosofia aristotélica estava sendo difundida inclusive entre o povo simples.
Tomás de Aquino, na escola de Alberto Magno, desenvolveu uma operação de fundamental importância para a história da filosofia e da teologia, eu diria, para a história da cultura:estudou a fundo Aristóteles e os seus intérpretes, buscando novas traduções latinas dos textos originais gregos. Assim não se apoiava mais somente nos comentadores árabes, mas podia ler pessoalmente os textos originais, e comentou grande parte das obras aristotélicas, distinguindo nelas o que era válido daquilo que era dúbio ou que devesse ser recusado totalmente, mostrando a consonância com os dados da Revelação cristã e utilizando ampla e agudamente o pensamento aristotélico na exposição dos escritos teológicos que compôs. Em definitivo, Tomás de Aquino mostrou que entre a fé cristã e a razão existe uma natural harmonia. E esta foi a grande obra de Tomás, que naquele momento de conflito entre duas culturas – momento no qual parecia que a fé devia dobrar-se diante da razão – mostrou que ambas caminham juntas, que quando aparecia uma razão não compatível com a fé não era razão, e quando aparecia uma fé não era fé, enquanto oposta a uma verdadeira racionalidade; assim ele criou uma nova síntese que formou a cultura dos séculos seguintes.
Por seus excelentes dotes intelectuais, Tomás foi chamado a Paris como professor de teologia na cátedra dominicana. Ali também deu início a sua produção literária, que prosseguiu até a morte, e que há algo de prodigioso:comentários à Sagrada Escritura, porque o professor de teologia era sobretudo intérprete da Escritura, comentários aos escritos de Aristóteles, obras sistemáticas poderosas, entre as quais se destaca a Summa Theologiae, tratados e discursos sobre vários temas. Para a composição de seus escritos era coadjuvado por alguns secretários, entre os quais o confrade Reginaldo de Piperno, que o seguiu fielmente e ao qual se ligou por uma profunda e sincera amizade, caracterizada por uma grande familiaridade e confiança. Esta é uma característica dos santos: cultivam a amizade, porque ela é uma das manifestações mais nobres do coração humano e que tem em si algo de divino, como o próprio Tomás explicou em algumas quaestiones da Summa Theologiae, na qual escreve: “A caridade é a amizade do homem com Deus principalmente, e com os seres que a Ele pertencem” (II, q. 23, a. 1).
Não permanece muito tempo e estavelmente em Paris. Em 1259 participou do Capítulo Geral dos Dominicanos em Valenciennes, onde foi membro de uma comissão que estabeleceu o programa de estudos na Ordem. Depois, de 1261 a 1265, Tomás estava em Orvieto. O Papa Urbano IV, que nutria por ele uma grande estima, lhe confiou a composição dos textos litúrgicos para a festa de Corpus Christi, que celebramos amanhã, instituída em seguida ao milagre eucarístico de Bolsena. Tomás teve uma alma autenticamente eucarística. Os belíssimos hinos que a liturgia da Igreja canta para celebrar o mistério da presença rela do Corpo e do Sangue do Senhor na Eucaristia são atribuídos à sua fé e à sua sabedoria teológica. De 1265 até 1268 Tomás residiu em Roma, onde, provavelmente, dirigia um Studium, isto é, uma Casa de estudos da Ordem, e onde começou a escrever a sua Summa Theologiae (cf. Jean-Pierre Torrell, Tommaso d’Aquino. L’uomo e il teologo, Casale Monf., 1994, pp. 118-184).
Em 1269 foi novamente chamado a Paris para um segundo ciclo de magistério. Os estudantes – compreende-se bem – eram entusiastas de suas aulas. Um ex-aluno seu declarou que uma grande multidão de estudantes seguia os cursos de Tomás, tanto que as salas mal podiam comportá-los e acrescentava, com uma anotação pessoal, que “escutá-lo era para ele uma felicidade profunda”. A interpretação de Aristóteles dada por Tomás não era aceita por todos, mas mesmo os seus adversários no campo acadêmico, como Godofredo de Fontaines, por exemplo, admitiam que a doutrina de frei Tomás fosse superior às outras por utilidade e valor e servia como corretivo às de todos os outros doutores. Talvez também a fim de subtraí-lo às intensas discussões em curso, os Superiores o enviaram uma vez mais a Nápoles, à disposição do rei Carlos I, que pretendia reorganizar os estudos universitários.
Além do estudo e do ensino, Tomás se dedicou também à pregação ao povo. E também o povo, de boa vontade, ia escutá-lo. Eu diria que é verdadeiramente uma grande graça quando os teólogos sabem falar com simplicidade e fervor aos fiéis. O ministério da pregação, por outro lado, ajuda os próprios estudiosos de teologia com um saudável realismo pastoral, e enriquece de vivos estímulos suas pesquisas.
Os últimos meses de vida terrena de Tomás permanecem circundados por uma atmosfera particular, diria até misteriosa. Em dezembro de 1273 chamou o seu amigo e secretário Reginaldo para comunicar-lhe a decisão de interromper todo trabalho, porque, durante a celebração da Missa, havia compreendido, em seguida a uma revelação sobrenatural, que tudo quanto havia escrito até então era somente “um monte de palha”. É um episódio misterioso que nos ajuda a compreender não somente a humildade pessoal de Tomás, mas também o fato de que tudo aquilo que conseguimos pensar e dizer sobre a fé, não obstante elevado e puro, é infinitamente superado pela grandeza e pela beleza de Deus, que nos será revelada em plenitude no Paraíso. Alguns meses depois, sempre mais absorvido em uma profunda meditação, Tomás morreu enquanto viajava para Lyon, para onde se dirigia a fim de tomar parte no Concílio Ecumênico convocado pelo Papa Gregório X. Expirou na Abadia cisterciense de Fossanova, depois de ter recebido o Viático com sentimentos de grande piedade.
A vida e a doutrina de Santo Tomás de Aquino se poderia resumir em um episódio transmitido pelos antigos biógrafos. Enquanto o Santo, como seu costume, estava em oração diante do Crucifixo, logo pela manhã na Capela de São Nicolau, em Nápoles, Domingos de Caserta, o sacristão da igreja, ouviu desenvolver-se um diálogo. Tomás perguntava, preocupado, se tudo o que havia escrito sobre os mistérios da fé cristã estava correto. E o Crucifixo responde: “Tu falaste bem de mim, Tomás. Qual será a tua recompensa?”. E a resposta que Tomás deu é aquela que também nós, amigos e discípulos de Jesus, queremos sempre dar-lhe: “Nada além de Ti, Senhor!” (Ibid., p. 320).

BENEDICTUS PP. XVI

terça-feira, 15 de junho de 2010

KE NAKO A hora da Africa do Sul

Depois de ficar um tempinho fora do universo da internet, estou de volta com todo o pique para fazer aquilo que gosto, da maneira que posso. A nossa proposta continua com muitas novidades e comentários, artigos construtivos e a singela colaboração de Carlos Alberto Di Franco. Neste ano trarei informações quentíssimas sobre a maior Festa religiosa do centr-oeste e os bastidores das celebrações religiosas. Para finalizar e em clima de Copa do Mundo, quero compartilhar com o amigo internalta um documentário produzido pelo jornalista e padre Rafael Vieira. Ele esteve no país da copa, a Africa do Sul, e traz a todos boas informações acerca daquele povo que será o anfitrião do maior espetáculo da terra. Um forte abraço prá vc e até logo.

domingo, 9 de maio de 2010

Difusora Goiânia e Rede Católica de Rádio na cobertura do XVI Congresso Eucaristico Nacional 2010


A Rádio Difusora de Goiânia e a Rede Católica de Rádio estarão na cobertura completa do XVI Congresso Eucaristico Nacional que acontecerá em Brasilia-DF de 13 a 16 de maio. O evento terá como tema Eucaristia, pão da unidade dos discípulos missionários e por lema Fica conosco, Senhor! (cf. Lc 24,29).
O Congresso Eucarístico Nacional será o ponto central das celebrações dos 50 anos da Arquidiocese de Brasília, que contarão também com uma retrospectiva histórica dos acontecimentos mais importantes da Arquidiocese como a primeira missa celebrada no marco inicial da construção da cidade em 1957 e o VIII Congresso Eucarístico Nacional, realizado em 1970.
Durante a 46ª Assembléia Geral da CNBB, realizada em abril de 2008, ao apresentar o tema e o lema do XVI Congresso Eucarístico Nacional, Dom João Braz de Aviz, Arcebispo Metropolitano de Brasília, declarou que, “para a Igreja, a realização do Congresso Eucarístico possibilita uma maior vivência da Eucaristia e é fonte inesgotável para a vida cristã, por isso deve haver um empenho para sua melhor realização”.
A programação do Congresso envolverá atividades de reflexão e estudo sobre temas atuais e relevantes para a vivência do sacramento da Eucaristia, celebrações eucarísticas, adoração ao Santíssimo Sacramento e atividades culturais. Para essa autêntica festa, toda a Igreja é convocada, e o evento deverá contar com a presença de cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos, diáconos permanentes, membros de institutos de vida consagrada, leigos e representantes de todas as dioceses do País.
O Congresso será precedido pela realização da 48ª Assembléia Geral da CNBB, cuja missa de abertura, em 3 de maio de 2010, fará memória da Primeira Missa em Brasília, na Praça do Cruzeiro.
A Arquidiocese de Brasília, responsável pela organização do XVI CEN, vem trabalhando com empenho para providenciar toda a estrutura necessária ao Congresso. Já foram constituídas a Comissão Central e as Comissões Executivas, que trabalham em conjunto com diversos voluntários para a realização deste momento dedicado à celebração do grande dom da Sagrada Eucaristia.
Segundo Dom João Braz, “em nossos trabalhos queremos formar um corpo unido, onde cada parte desse, cada membro, e cada comissão, sejam um corpo vivo, um corpo que faz um trabalho unido a todos os outros. O Congresso Eucarístico deve ser a expressão de um trabalho de comunhão, que tem sua fonte na eucaristia”.
Acompanhe-nos através de uma das emissoras da Rede Católica de Rádio no site http://www.rcrunda.com.br/br/index.php ou pelo site da Difusora Goiânia no http://www.difusora.am.br/ clicando no link "AO VIVO".


Fr. Welinton Silva, C.Ss.R.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Fiéis podem acessar fotos da sagração episcopal de Dom Waldemar, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Goiânia


Todos os fiéis interessados podem ver as fotos da sagração episcopal de Dom Waldemar Passini Dalbello. As fotos estão disponiveis no site 'Flash UCG'. O site pode ser acessado gratuitamente por todos os internautas. Basta copiar o link e colar na barra de acessos da internet. Boa visualização!
O link para copiar e colar é o seguinte: http://www2.ucg.br/flash/Flash2010/Marco10/100319domwaldb.html

HISTÓRIA

Nascido em Anápolis (GO), em 6 de junho de 1966, monsenhor Waldemar Passini Dalbello, pertence ao clero de Brasília (DF). Sua ordenação sacerdotal ocorreu em 3 de dezembro de 1994. Estudou filosofia e teologia no Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília, Nossa Senhora de Fátima. Na Universidade Federal de Goiás (UFG), se formou em Engenharia Elétrica. Seu mestrado em Ciências Bíblicas foi feito no Pontifício Instituto Bíblico de Roma. Em suas atividades pastorais ele foi vigário paroquial da paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em Brasília; formador e professor de Sagrada Escritura no Seminário Maior Arquidiocesano de Nossa Senhora de Fátima e do curso superior de Teologia para Leigos, da arquidiocese de Brasília; diretor espiritual da Comissão Arquidiocesana da Nova Evangelização [arquidiocese de Brasília]; ecônomo do Seminário Maior de Brasília; vigário paroquial da Paróquia Santíssima Trindade e colaborador junto à Nunciatura Apostólica no Brasil.

Na arquidiocese de Goiânia, ele é atualmente reitor do Seminário Interdiocesano São João Maria Vianney e professor de Sagrada Escritura no Instituto de Filosofia e Teologia Santa Cruz. Desde 2008, ele é presidente da Organização dos Seminários e Institutos Filosófico -Teológicos do Brasil (OSIB) no Regional Centro – Oeste e reitor do Seminário Santa Cruz – Ano Propedêutico da arquidiocese de Goiânia.